terça-feira, 13 de junho de 2017

MPF pede reabertura de processo contra ex-prefeito


QUATIS
A reabertura de processo por improbidade administrativa no uso de repasses da União para a Saúde contra o ex-prefeito Alfredo José de Oliveira foi solicitada pelo Ministério Público Federal (MPF). A 1ª Vara Federal de Resende julgou improcedente a ação contra o ex-gestor e o MPF fez um recurso no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) atacando a decisão.
De acordo com informações do MPF, o ex-prefeito teria sido acusado de quatro irregularidades em um convênio de 2004 com a Fundação Nacional de Saúde: comprar sem previsão e por R$ 85,1 mil, um veículo para transportar pacientes a outros municípios; não pagar a contrapartida de R$ 786 no convênio com a União; não comprar aparelho oftalmológico previsto; e má gestão financeira dos repasses recebidos.
O processo de recurso da Procuradoria Regional da República da 2ª Região pede que o ex-prefeito seja condenado por prejuízo de R$ 135 mil, conforme relatório de auditoria. O MPF tinha obtido o bloqueio dos bens de Oliveira, mas ele foi suspenso na sentença. O recurso será julgado pelos desembargadores da 6ª Turma do TRF2. “As penas por improbidade com prejuízo aos cofres públicos incluem o ressarcimento do dano, perda da função pública, suspensão de direitos políticos e pagamento de multa”, diz a nota do MPF enviada.
Para o procurador regional da República, Celmo Fernandes, autor do parecer sobre o recurso, a verba foi liberada de forma vinculada para atender as necessidades identificadas e não para ser gasta livremente pelo administrador. “O fato de não ter sido possível sequer localizar os equipamentos supostamente comprados demonstra ao menos a negligência do administrador, o que já bastaria para caracterizar a improbidade”, afirma o procurador.
O ex-prefeito Alfredo de Oliveira foi procurado pelo A VOZ DA CIDADE  e explicou a situação do processo. Ele afirmou que quando o MPF recorrer, o que é de praxe, ele entrará com contra recurso. Alfredo afirmou ter muita convicção que vencerá ainda na primeira instância. Ele contou sobre o processo que foi a compra de uma ambulância adquirida com recurso de convênio e a única coisa contrária é que ela não constava no plano de trabalho. O valor para compra era de R$ 250 mil, sobraram R$ 80 mil fruto de economia e a prefeitura adquiriu uma van para transporte de saúde fora do município. “O juiz federal entendeu que o dinheiro foi aplicado em Quatis. Houve economia de recurso e o único erro que cometi foi por não ter pedido autorização para a compra do que foi economizado. Mas se não compro, certamente estaria respondendo outro processo por transporte de pacientes sem condições adequadas. Já estava sofrendo pressão do MPF nesse sentido”, disse o ex-prefeito.
Segundo Alfredo, o que se vê atualmente são agentes públicos respondendo a processos por superfaturamento e uso inadequado de recursos e ele, responde por economia de recurso. O ex-prefeito lembrou que os recursos foram devolvidos para o Ministério da Saúde para poder quitar a prestação de contas. “Não tem problema algum desse processo entre prefeitura e Ministério da Saúde, a prestação de contas foi fechada e o juiz federal entendeu que não houve dano ao erário público, dando por encerrado o processo”, contou.
Fonte: http://avozdacidade.com/site/noticias/politica/59222/

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Meritor atinge 100 mil eixos produzidos em Resende



Meritor atingiu o volume de 100 mil eixos produzidos em sua fábrica de Resende (RJ), que opera dentro do complexo industrial da MAN Latin America. Inaugurada há quatro anos, em maio de 2013, a unidade recebeu investimento conjunto de R$ 90 milhões, sendo R$ 40 milhões da Meritor, e o restante da Suspensys, que também ergueu unidade no local para montagem de componentes dos eixos. Juntas, elas inauguraram o parque de fornecedores da montadora. “Isto agilizou o processo de montagem e logística para a produção dos caminhões e ônibus”, afirma o diretor geral de operações da Meritor América do Sul, Alexandre Marien. 


As plantas da Meritor e da Suspensys foram construídas em uma área total de 70 mil metros quadrados dentro do parque de fornecedores. À linha de montagem de veículos da MAN LA a Meritor fornece eixos e cardans, que são montados a partir de componentes fornecidos pela Suspensys, como cubos, tambores, freios, suspensão e suportes. Além de Resende, a Meritor possui fábrica de eixos em Osasco (SP) e desde 1986 mantém uma joint venture com a Randon para a produção de sistemas de freio da marca Master para veículos comerciais, com fábrica em Caxias do Sul (RS).

Naquele mesmo ano, pouco antes da inauguração da fábrica em Resende, a Meritor vendeu sua participação na Suspensys dentro da joint venture que mantinha com a Randon, que passou a deter 100% do negócio.

Além da MAN, a Meritor fornece eixos aos veículos de Agrale, DAF, Ford, International, Iveco, Mercedes-Benz e Volvo. Há 61 anos no Brasil, a empresa com sede em Michigan (EUA) produziu mais de 8 milhões de unidades, das quais 3,5 milhões para veículos comerciais.

Fonte: http://automotivebusiness.com.br/noticia/25859/meritor-atinge-100-mil-eixos-produzidos-em-resende 

sábado, 20 de maio de 2017

Com produção nacional, Nissan Kicks custará desde R$ 70.500

Com a chegada do Nissan Kicks nacional às concessionárias da marca, o que é anunciado para em breve, o preço a partir do qual será possível adquirir o modelo cairá para R$ 70.500, valor sugerido pela versão S. Hoje a versão mais em conta é a SV Limited, que vem do México e começa em R$ 86.490.
Os preços vão até R$ 94.900, que será o da versão SL com câmbio Xtronic CVT (hoje anunciado por R$ 93.490). Essa versão top ganhará, por exemplo, sistema de alerta de colisão com assistente inteligente de frenagem. Produzido em Resende (RJ), o modelo nacional trará diversas novidades em versões, equipamentos e também cores. Sua linha será ampliada e contará com versões S, SV, SL.

Além disso, haverá um modelo voltado para deficientes e para taxistas. Outras novidades serão a oferta do câmbio manual e a disponibilidade de novos equipamentos e combinações 2-Tone.

A versão S com câmbio manual, por exemplo, virá equipada com itens como controle eletrônico de frenagem e assistência de frenagem para os freios ABS, fixadores traseiros Isofix para cadeiras de crianças CD player com entrada auxiliar, conector USB e Bluetooth, partida a frio Flex Start e sistema inteligente de partida em rampas.
Fonte: http://carpress.uol.com.br/slider/2140-com-producao-nacional-nissan-kicks-passa-a-custar-desde-r-70-500

sexta-feira, 19 de maio de 2017

FORA BRASILEIRO INÚTIL!


Chega do brasileiro ficar idolatrando bandido, tendo criminoso de estimação, levar vida via Lei de Gérson. O povo precisa se politizar mais, recusar migalhas de ideologias escravizantes e marginalizadoras, encarar o país como um grande celeiro de empreendedorismo, trabalho e oportunidades, e não como um cercadinho onde é criado com água e capim na boquinha, pois o resultado é o cabresto! Precisa começar a dar valor à Educação e Cultura, aumentar o conhecimento e parar de tratar eleições como final de campeonato, a coisa é séria! 
Uma nação para dar certo, tem que pensar como nação, parar de pensar apenas em sí próprio! Errar é humano, mas fomos dotados de inteligência para termos a capacidade de mudar a rota, trocar o ruim pelo melhor, e se o melhor azedar, trocamos de novo! 
A limpeza continua! São anos dessa corja nos roubando, assaltando nosso presente e aniquilando o futuro das nossas crianças. Se você é um brasileiro útil, que se importa com um país saudável, ordeiro e próspero, vamos à luta!

Marco Esch - Jornalista e Produtor Cultural

quarta-feira, 17 de maio de 2017

CHAMA O CAPITÃO NASCIMENTO (TEXTO ATUALIZADO)


Escrevi este texto em 2011, mas ele continua mais atual do que nunca. Então sempre é bom relembrar.
Se quem não mora na cidade de Resende for basear a segurança da cidade apenas pelas notícias que lê, diria que a cidade é muito violenta. Mas quem mora na cidade sabe que não é. A questão aqui, como na maioria das cidades é o tráfico de drogas e seus usuários.
Não se sabe o porquê Resende tem um plano de segurança que não funciona. Acontece que nos últimos meses os números de mortes por armas de fogo tem deixado a população preocupada. Estudantes que andam armados, menores que atiram em plena luz do dia, sem cerimônia fazem o medo brotar como uma erva daninha, no meio da horta. Dá até vontade que chamar o Capitão Nascimento (personagem interpretado por Wagner Moura no filme Tropa de Elite), acho que ele daria jeito nessa galera que insiste em perturbar nossa paz.
O que fazer para que a cidade saia dessa situação? O poder público insiste em dizer que está tudo sobe controle, mas controle de que? De quem? Da polícia, que muita das vezes faz bem o seu trabalho, ou dos marginais que a cada dia fazem do crime uma indústria organizada ao extremo?
Um jovem é morto durante o dia, pela manhã, tarde ou noite, no portão de casa ou próximo da escola, drogas são comercializadas dentro ou no portão das mesmas  e cadê a ronda escolar? Cadê a polícia? Cadê a segurança pela qual pagamos em nossos impostos? Até quando teremos que viver com medo de andar na rua, seja durante o dia ou noite, sozinho ou acompanhado, a pé ou de carro? Não dá mais!
Nossas ruas estão cheias pedintes, mendigos e marginais que ocupam o coreto da praça, as calçadas da rodoviária, as marquises das lojas, as ruas escuras e com matos altos de nossa cidade. Quantas tragédias terão que acontecer para que as autoridades tomem providências?
Quero minha cidade de volta! Quero andar na Ponte Velha sem ser parado por alguém que até assusta às vezes, pois não se sabe a intenção de quem se aproxima. Quero poder sentar na praça da Matriz à noite, com aquela “bela iluminação” sem ter medo de ficar ali, conversando com meus amigos. Quero poder abrir os jornais e ler que a cidade tem motivos para comemorar e que Resende é um lugar onde as pessoas vivem tranquilas. Quero poder escrever que aqui a gente vive feliz, que temos representantes que realmente representam o povo sem se esquecer para que e por quem foram eleitos, mas por enquanto, é apenas um querer.

Leandro Resende


quinta-feira, 4 de maio de 2017

Operação para desarticular associação criminosa cumpre mandado em Resende

MINAS GERAIS/RIO DE JANEIRO
Uma operação, deflagrada ontem pelo Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF), em Juiz de Fora - Minas Gerais, se estendeu ao Rio de Janeiro, tendo mandado executados, inclusive, em Resende, no Sul do Estado. O objetivo da operação Conectividade foi desarticular uma associação criminosa, que de acordo com as investigações, seria responsável por fraudes previdenciárias, que causaram prejuízo em cerca de R$ 2,8 milhões aos cofres públicos.
Foram expedidos, pela 2ª Vara Federal de Juiz de Fora, 11 mandados, sendo quatro de prisão, três preventivas, por prazo indeterminado, e uma temporária, por cinco dias, e oito de busca e apreensão. Além disso, estão sendo adotadas providências para o bloqueio de bens dos investigados. A operação aconteceu nas cidades mineiras de Além Paraíba e Juiz de Fora, e em Sapucaia, Nova Iguaçu e Resende, no Rio de Janeiro. Foram também realizadas diligências no Recreio e em Duque de Caxias. Há indícios ainda que a quadrilha agia também em outros municípios.
De acordo com o Ministério Público Federal em Minas Gerais, inicialmente, as fraudes foram constatadas, pelo próprio Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), após o exame de aposentadorias e pensões concedidas em Além Paraíba, Minas Gerais. Dos benefícios auditados, 59 são objeto da investigação criminal. Em todos, a concessão se baseou em falsos períodos de trabalho e contribuição informados, tardiamente, por meio de Guias de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (GFIPs) extemporâneas. Os crimes envolveram, também, a falsificação de documentos, a exemplo de contratos de prestação de serviços, recibos de pagamentos e declarações de imposto de renda.
Com o aprofundamento da investigação, com base em quebras de sigilo de dados telemáticos e bancários autorizados judicialmente, foi constatada a participação, no esquema, de servidor público, escritório de contabilidade, despachantes, procuradores, falsários e aliciadores de segurados da Previdência Social, interessados em se beneficiar das fraudes. Além disso, os agentes verificaram que quando as aposentadorias e pensões eram concedidas, os beneficiários contraíam empréstimos consignados em valores elevados, com os quais efetuavam pagamentos aos membros da associação criminosa.
As investigações continuam, para buscar outros benefícios previdenciários. A cessação desses benefícios auditados representará uma economia de cerca de R$ 32,8 milhões aos cofres da Previdência Social, considerando a expectativa de vida dos beneficiários do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
AÇÃO
De acordo com informações da Secretaria de Previdência, a operação ontem contou com a participação de 48 policiais federais e dois servidores da inteligência previdenciária da Secretaria de Previdência. O nome da operação tem relação com o canal eletrônico obrigatório para o envio de informações ao Fundo de Garantia de Tempo de Serviço e à Previdência Social (FGTS), para Caixa Econômica Federal, por meio de um agente operador do fundo e as empresas, escritórios de contabilidade, sindicatos, prefeituras e outros entes. 
Fonte: http://avozdacidade.com/site/noticias/policia/58337/

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Município alerta sobre risco de acidentes com animais peçonhentos


Porto Real

Com o constante desmatamento da região que compreende o trecho entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, acontece um desequilíbrio ecológico. Esse desequilíbrio é um dos fatores que mais favorecem a ocorrência de acidentes com animais peçonhentos, sobretudo em áreas residenciais. Assim explicou o biólogo da Vigilância Sanitária de Porto Real, Flávio Leite, que destacou ainda a necessidade de manter os ambientes limpos a fim de evitar tais situações.
“O Brasil, como um país tropical, possui uma temperatura que favorece a proliferação de animais como aranhas, escorpiões e cobras. Esses animais têm preferência por lugares quentes e úmidos. Por isso, é muito importante manter os ambientes limpos e livres de entulhos e materiais orgânicos. Existem muitos mitos que envolvem os animais peçonhentos. Nem sempre a aparência de um animal define se ele é ou não peçonhento. É muito importante buscar atendimento imediato junto ao hospital, a fim de evitar o óbito, que pode ocorrer em alguns minutos, caso não haja o cuidado imediato”, completou o biólogo.
Conforme orientação da Prefeitura Municipal de Porto Real, cabe aos setores Vigilância Sanitária, Defesa Civil e Guarda Ambiental, o trabalho de resgate desses animais. A coordenadora da Vigilância Sanitária, Cássia Pitasse, relatou que a prevenção é fundamental, pois atualmente há escassez de produção de soro pelos laboratórios de referência: Instituto Vital Brazil (RJ), Instituto Butantã (SP) e Fundação Ezequiel Dias (Funed), em Minas Gerais. “Em recentes vistorias a Anvisa determinou a interdição parcial dos laboratórios que produzem os soros mais utilizados na região, a fim de que realizassem uma melhor adequação às leis em vigor. Isso dificultou  o acesso à parte do tratamento necessário aos pacientes acidentados, pois devido às interdições, a produção de soro foi reduzida”.
 “Em primeiro lugar a pessoa deve acionar um dos setores responsáveis para que o animal seja resgatado de maneira adequada. Esses animais têm um papel muito importante na natureza. O acionamento da equipe especializada evita acidentes e ainda o desequilíbrio ambiental”, esclareceu o fiscal ambiental, Geovane Andrade.
O diretor de Defesa Civil, Leandro Augusto Souza, explicou como é realizado o trabalho. “Temos equipamentos especializados e uma equipe preparada para captura de animais, o que facilita na hora de resgatá-los. Isso é um cuidado necessário para manter todos em segurança”.


Medidas Preventivas


Alguns cuidados podem ser tomados para evitar acidentes com animais peçonhentos. São eles: manter terrenos, casas e quintais limpos; vedar frestas de portas, janelas e outros; manter o lixo em local apropriado; evitar acúmulo de entulhos a céu aberto ou em terrenos baldios; verificar objetos que possam servir de moradia para animais peçonhentos; evitar colocar móveis perto da parede (principalmente camas e berços); usar telas em ralos do chão, pias ou tanques e conferir roupas, sapatos, toalhas antes do uso. 

Contatos

Vigilância Sanitária: (24) 3353-4899
Guarda Ambiental: (24) 3353-1481
Defesa Civil: (24) 3353-3537.

Texto: Edson Sill/Mariana Netto
Fotos: Dorinha Lopes


terça-feira, 25 de abril de 2017

BODAS DE SANGUE NA CÂMARA DE RESENDE



O projeto 'Luz, Câmara, Ação!' apresenta nesta quarta, dia 26, às 19h, no plenário da Câmara Municipal de Resende, o clássico 'Bodas de Sangue', do cineasta espanhol Carlos Saura. A entrada é gratuita.

BODAS DE SANGUE

Direção: Carlos Saura
Classificação indicativa: Livre
Duração: 70 minutos

Especialista em obras cujo personagem principal é a música, o cineasta espanhol Carlos Saura realizou este filme transformando a clássica peça de teatro homônima de Federico Garcia Lorca num balé inspirado na dança flamenca. Narra a história de dois jovens apaixonados que são impedidos pelas suas famílias de ficarem juntos. O reencontro acontece justamente no dia do casamento da jovem com outro homem. Um trágico destino selará este triângulo amoroso.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

COMPLEXO INDUSTRIAL DA NISSAN EM RESENDE (RJ) COMPLETA 3 ANOS


Além de celebrar, aniversários são também bons momentos para reflexões. E, ao olhar para os três anos do Complexo Industrial de Resende, no sul do estado do Rio de Janeiro, a Nissan tem três grandes motivos para festejar. Além da própria data, a empresa japonesa comemora o início da produção do Nissan Kicks, terceiro modelo feito na unidade, além da marca de um ano do projeto de exportação, que transformou a fábrica num polo fornecedor para oito países da América Latina.
O Complexo Industrial de Resende é a primeira fábrica 100% Nissan no Brasil. Os primeiros frutos foram o compacto March e o motor 1.6 16V flexfuel, produzidos sob o alto padrão japonês, cuja produções iniciaram-se em 2014. Desde então, a unidade não parou de acelerar. Menos de um ano após o início das atividades, a Nissan começou a produzir também o motor 1.0 12V de três cilindros e o sedã compacto Nissan Versa (abril de 2015). E agora em abril, com investimentos de R$ 750 milhões, o Complexo inicia a produção do crossover compacto Nissan Kicks, um produto criado para ser global.
“O complexo de Resende nasceu com o foco de produzir veículos nos mais rigorosos padrões japoneses de qualidade e os resultados nesses três últimos anos mostram que esse objetivo vem sendo cumprido conforme estabelecido em seu projeto original. A fábrica tem papel fundamental para o crescimento sustentável da Nissan no Brasil e para o fortalecimento da estratégia da companhia para a América Latina, sendo que, com as exportações da produção brasileira, já levamos nossos veículos a oito países da região. Tudo isso só é possível graças ao trabalho e comprometimento de toda nossa equipe”, afirma Marco Silva, presidente da Nissan do Brasil.
Atualmente, o Complexo Industrial de Resende conta com cerca de 1.800 funcionários, que respondem por um ciclo de produção completo. As atividades na unidade vão desde a área de estamparia até as pistas de testes, passando pela estamparia, chaparia, pintura, injeção de plásticos, montagem e inspeção de qualidade, além da fábrica de motores. A planta já produziu cerca de 115 mil automóveis nesses três anos.
Para Hitoshi Mano, vice-presidente de Operações e Manufatura da Nissan do Brasil, um dos segredos do sucesso do Complexo é a capacitação dos funcionários. “Além de todos os recursos tecnológicos, um grande diferencial é o forte investimento no treinamento de nossos funcionários. Isto se reflete na qualidade dos nossos produtos. Temos em Resende processos de produção que estão entre os mais bem avaliados em todas as unidades da Nissan no planeta”.
Um novo símbolo: Nissan Kicks
Se em festas de aniversário o primeiro pedaço do bolo é entregue ao convidado mais especial, nos três anos do Complexo Industrial de Resende essa honra pertence ao Nissan Kicks. O crossover que desde o ano passado é sucesso absoluto no mercado brasileiro teve sua produção local iniciada neste mês. Mas sua história com a planta fluminense começou bem antes disso, ainda no início de 2016, quando foram anunciados os investimentos para sua produção.
De lá para cá, a fábrica passou por uma grande transformação. Os já avançados processos adotados no Complexo ficaram ainda mais alinhados com o que há de mais tecnológico na manufatura da Nissan. Foram instalados mais de 150 novos equipamentos e novas áreas especialmente para atender à produção do Kicks brasileiro. A montagem precisa e segura da tampa do porta-malas e dos hacks do teto flutuante, além da calibração dos modernos sistemas de tecnologia, só são possíveis graças a estes novos processos. No entanto, o investimento de R$ 750 milhões para a produção do Kicks em Resende não ficou restrito somente às linhas de produção. A Nissan treinou cerca de 700 funcionários especialmente para trabalharem na manufatura do crossover, sob um único foco: garantir o DNA japonês de alto padrão de qualidade.
Para isso, alguns fizeram uma verdadeira imersão no Global Pilot Line, o centro piloto das linhas de produção da Nissan, na planta de Oppama, em Yokosuka, no Japão, e também na fábrica de Aguascalientes, no México, onde o Nissan Kicks já é fabricado. O treinamento fora do país permitiu que os funcionários pudessem absorver todo o conhecimento da montagem e dos processos de manufatura, para a perfeita execução das atividades de fabricação do novo modelo em Resende.
Além do aprimoramento das habilidades de manufatura, especialistas de Resende foram treinados para a perfeita instalação da ampla gama de sistemas de segurança que compõem os itens de Mobilidade Inteligente da Nissan, um dos pilares do Kicks - em especial a Câmera 360º com imagem integrada ao display do rádio, o Detector de Objetos em Movimento, os Controles Dinâmico do Chassi e Dinâmico em Curvas, o Estabilizador Ativo de Carroceria e o Controle Dinâmico de Freio Motor.
De Resende para o mundo
O Brasil tem um dos mercados de automóveis mais exigentes do mundo. Por isso, produzir no país com a reconhecida qualidade japonesa dos veículos Nissan sempre foi um dos desafios do Complexo Industrial de Resende. E em apenas três anos, os modelos feitos por aqui não só conquistaram o consumidor brasileiro como se espalharam pelos países vizinhos. Iniciado em março do ano passado, o programa de exportações dos modelos feitos no Sul fluminense já alcançou oito países da América Latina: Argentina, Bolívia, Chile, Costa Rica, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai.
A fábrica está entre as melhores da Nissan no mundo em termos de qualidade. O chairman da Nissan América Latina, José Valls, lembra que “Resende foi escolhida desde o início para se tornar a principal plataforma de exportação para a América Latina. É uma planta moderna, com altíssimos indicadores de qualidade, e foi construída para entregar o melhor da Nissan para toda a região”.
Sustentabilidade na linha
Estar entre as mais avançadas fábricas de automóveis da Nissan no mundo é motivo de orgulho para o Complexo Industrial de Resende. Mas a unidade ostenta também práticas inovadoras no que diz respeito à sustentabilidade e à proteção ao meio ambiente. E elas vão desde os processos de produção à forma como a construção da fábrica foi concebida.
A iluminação, por exemplo, aproveita ao máximo a luz natural. Há claraboias e amplas janelas espalhadas por todo o complexo. Quando é inevitável recorrer à iluminação artificial nos escritórios, são utilizadas lâmpadas LED.
O Complexo Industrial de Resende trata adequadamente seus resíduos. Todos eles são destinados de forma ambientalmente correta para empresas especializadas e licenciadas, ou reaproveitados no próprio processo, como é o caso do total de para-choques rejeitados na produção, que são triturados e reaproveitados como matéria prima no processo injeção, não gerando descarte. E ao redor do complexo, a Nissan construiu um cinturão verde, formado por árvores de 20 espécies do bioma local e que ocupa uma área de 12 hectares.
A qualidade e a modernidade também são conceitos associados à fábrica de Resende. Os testes e inspeções da área de qualidade avaliam 100% dos carros que saem da linha de produção na própria pista de testes da planta por pilotos do setor da Qualidade. As linhas de produção contam, também, com 88 robôs, fora os AGV's - Veículos Guiados Automatizados, que utilizam baterias elétricas recarregáveis e substituem as linhas transportadoras de alvenaria e correntes no processo de produção, gerando maior flexibilidade no processo e menor consumo de recursos para modificações, garantindo que Resende cresça e produza cada vez mais e melhor.
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terça-feira, 18 de abril de 2017

Família denuncia falta de suporte de hospital como fator principal de morte de mulher

Foto: Felipe Rodrigues
PORTO REAL
A família de Ângela Mariano da Silva, de 46 anos, que faleceu na madrugada do último sábado, dia 15, no Hospital Municipal, procurou o A VOZ DA CIDADE para denunciar negligência. Ângela deu entrada no hospital por volta das 21 horas de quarta-feira, dia 12, apresentando, segundo familiares, suspeita de Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico. A moradora foi atendida na emergência do hospital, mas, de acordo com os seus familiares, devido à inexistência de um médico neurologista, a ausência do aparelho de tomografia e a falta de uma ambulância com Unidade de Terapia Intensiva (UTI) móvel para poder transferir em tempo a paciente, não foram dados o diagnóstico e atendimento necessários.
A família da vítima relatou que Ângela estava bem durante todo o dia de quarta-feira e que no período da noite se sentiu mal, sendo levada à emergência e ficou internada. Na quinta-feira, dia 13, durante a tarde a paciente já havia sofrido morte cerebral, segundo disseram seus familiares, mas foi levada até o hospital do município vizinho, Resende, para fazer a tomografia e retornou ao Hospital Municipal de Porto Real, na madrugada de sábado, dia 15, quando faleceu.
Os parentes da vítima informaram que o hospital não ofereceu os primeiros socorros que a paciente necessitava, como não a ter levado direto ao Centro de Terapia Intensiva (CTI). Disseram que se isso - socorro -, tivesse acontecido poderia ter um diagnóstico em tempo delater sido tratada. A irmã de Ângela, Vera Lúcia Mariano da Silva, que é técnica em enfermagem, afirmou que essa falta de suporte na saúde do município é um descaso com a população e que a sua irmã não teve o direito nem de morrer com dignidade. “Se ao menos ela tivesse tido o atendimento correto, porque nós sabemos que quando o cérebro para, não tem mais jeito, mas eu trabalho em hospital e eu sei que toda pessoa merece receber todo o cuidado necessário até o último minuto de vida e com a minha irmã não foi assim”, explicou Vera Lúcia.
Segundo ela, para a paciente conseguir ser transportada até a emergência de um hospital de Resende para fazer a tomografia, foi preciso que os funcionários do hospital adaptassem a ambulância que estava disponível no Hospital Municipal para que ela atendesse como uma UTI móvel. “É muito difícil você ver sua irmã morrer dessa forma. Não adianta um hospital ter médicos se não tem suporte, porque um médico não consegue salvar a vida de um paciente se não tiver uma estrutura. Eu perdi a minha irmã, mas o nosso apelo é pra que esse descaso não se repita com outras pessoas”, concluiu Vera Lúcia.
SINDICÂNCIA
Em nota a Prefeitura de Porto Real informou que lamenta o falecimento da moradora Ângela Mariano ocorrido no último fim de semana e se solidariza com a dor de familiares e amigos. “Nesta segunda (ontem), dia 17, em função dos relatos de familiares, a Secretaria de Saúde começou a reunir a documentação necessária com vistas à abertura de uma sindicância para apurar eventuais responsabilidades nos procedimentos adotados no caso em tela”, diz a nota enviada. 
Fonte: http://avozdacidade.com/site/noticias/cidades/57998/